O cosmopolita minimalista

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O cosmopolita

Por cosmopolitismo não denomino nenhum estado jurídico ou mesmo político de cidadania global, mas a consciência de que o globo está integrado e que, portanto, ações locais, inclusive individuais, tem o poder de gerar consequências globais. 

Me refiro aos diversos aspectos da globalização, tais como: integração econômica, cultural, tecnológica, ideológica, política, entre outras.

Certamente isso pode parecer, em um primeiro momento, assustador, mas não há como fugir da consciência das consequências dos nossos atos em um mundo globalizado e, por conseguinte, da responsabilidade pelos mesmos.

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O minimalista

No contexto do cosmopolitismo e consciente de que a ideologia global hegemônica atualmente é o neoliberalismo, proponho o minimalismo como critério ético de decisão.

O minimalismo é conhecido principalmente como princípio estético, mas ele também é um princípio gnosiológico, ético, político, econômico, entre outros. Aqui utilizo o conceito como princípio ético, visando principalmente atacar o neoliberalismo e guiar-nos na situação cosmopolita.

Certamente o minimalismo possui diversas implicações, mas gostaria de salientar sua posição anti-neoliberal por força de sua máxima: "menos é mais".