Artes

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Pinturas

Embora eu chegue a utilizar a história da pintura em minhas reflexões filosóficas, principalmente a história da pintura renascentista - a qual ilustra de forma clara como ocorre a objetificação/formalização do mundo -, a pintura se coloca para mim muito mais como uma experiência estética, no sentido rude de "prazer visual".

São meus pintores preferidos: Caravaggio, Turner e os impressionistas.

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Cinema

Já o cinema, por sua vez, incluindo neste título os programas de televisão, são quase que exclusivamente um passatempo para mim. Mesmo os filmes mais fortes do ponto de vista filosófico, como o Melancolia de Lars von Trier, embora pudessem servir muito bem para reflexões filosóficas, são por mim utilizados apenas como entretenimento, sejam eles mais ou menos complexos. 

Os dois diretores que mais me agradam são, certamente: Lars von Trier e Tarantino.

Séries de televisão que assisto continuamente são: Friends e Two and a Half Man.

 
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Literatura Russa

A literatura russa me interessa muito, porque a Rússia do séc. XIX - século áureo de sua literatura, século de Tolstói e Dostoiévski - é muito parecida com o Brasil atual em alguns aspectos muito importantes, principalmente no que se refere a sua relação com a Europa: tanto a Rússia desta época, como o Brasil atual, vivem um deslumbramento com as ideias europeias ditas racionais e científicas, principalmente naquilo que se refere às ideologias globais, como o comunismo, as quais acabaram por forçar a Revolução Russa de 1917 e as quais pairam ainda sobre o Brasil como um fantasma sempre pronto a atacar.

Nesta época, a literatura era o modo de expressão maior do povo russo: as ideias críticas eram elaboradas muito mais por vias da literatura, do que, p.ex., por vias acadêmicas. Isso faz com que nós, brasileiros, possamos experimentar na literatura russa da época um pensamento extremamente crítico a uma situação que se assemelha a nossa brasileira atual.

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Dostoiévski

Não só Dostoiévski se dedicou ao tema da ocidentalização da Rússia, mas é ele certamente o autor mais radicalmente crítico. Dostoiévski foi o primeiro pensador a criticar de forma enfática a racionaldiade científica europeia como alternativa ética, recorrendo preferencialmente ao cristianismo, o qual estaria enraizado no povo russo.

São várias as obras do autor que dramatizam o tema, para citar apenas algumas: Memórias do Subsolo, O Idiota, Crime e Castigo e Irmãos Karamazov.